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Guardiões do Patrimônio leva Indaiatuba ao XV Seminário Internacional de Políticas Culturais

A metodologia dos Guardiões do Patrimônio conecta educação patrimonial, diagnóstico territorial e inventários culturais e ambientais.

Material de divulgação dos Guardiões do Patrimônio para o XV Seminário Internacional de Políticas Culturais
Material de divulgação publicado pela Mahaus em maio de 2026.

PROJETO RELACIONADO

Guardiões do Patrimônio

Uma experiência de Indaiatuba em diálogo com os debates nacionais sobre cultura, educação e participação social.

Em 15 de maio de 2026, a Mahaus anunciou a apresentação do trabalho “Guardiões do Patrimônio: educação patrimonial, participação social e consolidação de políticas culturais municipais” no XV Seminário Internacional de Políticas Culturais. Conforme o anúncio, a apresentação estava prevista para 28 de maio.

Do território ao debate sobre políticas culturais

O seminário é realizado pela Fundação Casa de Rui Barbosa, por meio do Setor de Pesquisa de Políticas Culturais e da Cátedra UNESCO de Políticas Culturais e Gestão. O encontro reúne pesquisadores, gestores e profissionais para discutir práticas e desafios do campo cultural.

O trabalho apresentado no anúncio aborda a metodologia desenvolvida pela Mahaus: educação patrimonial, escuta comunitária, leitura territorial e produção de inventários do patrimônio cultural e ambiental.

Educação, investigação e participação

O Guardiões do Patrimônio transforma o lugar onde se vive em espaço de aprendizagem. Pesquisa de campo, diagnóstico do território e registros participativos ajudam a identificar construções, paisagens, práticas culturais, celebrações e saberes reconhecidos pela comunidade.

Em Indaiatuba, a iniciativa de 2025 contou com fomento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP) e foi viabilizada pela Associação de Engenheiros e Arquitetos de Indaiatuba.

Um inventário com diferentes usos

Ao sistematizar o conhecimento produzido, o inventário reúne informações que podem apoiar a gestão do patrimônio, a educação e o planejamento cultural. No campo pedagógico, permite que estudantes e educadores investiguem as referências do município; na gestão pública, oferece uma base documental para decisões sobre reconhecimento e preservação.

A participação das comunidades aproxima o conhecimento técnico das experiências cotidianas. Memórias, histórias e práticas locais passam a compor uma leitura compartilhada do território e fortalecem o sentimento de pertencimento.

Patrimônio como dimensão viva do lugar

Para a Mahaus, cuidar do patrimônio envolve formação cidadã, escuta e construção coletiva. Compartilhar essa experiência em espaços de debate amplia as possibilidades de diálogo entre iniciativas locais e políticas culturais.

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